segunda-feira, 22 de julho de 2013

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Gordura nossa de cada dia

Todo mundo - ou melhor, quase todo mundo - tem uma gordurinha aqui ou ali cultivada com sua devida friturinha, massinha ou docinho. Na minha opinião, tirando atletas e viciados em malhação, é quase impossível conservar o corpo no limiar inferior de gordura. O problema é quando perdemos o controle e a saúde passa a ser ameaçada.

Li uma reportagem muito interessante no Fit Seven falando sobre como queimar gordura. Basicamente há três tipos de gordura no organismo: gordura visceral, gordura subcutânea e gordura localizada.

Fonte: Men's Health


Gordura visceral - É armazenada na cavidade abdominal e empurra a gordura para fora. Os exercícios cardio são os mais eficientes para eliminar esse tipo de gordura. Porém, se você consegue encolher a barriga, possui pouca gordura desse tipo e nesse caso o cardio não vai ser de grande ajuda.

Gordura subcutânea - É aquela gordura que podemos sentir embaixo da pele. Exercícios cardio não são de grande valia nesse caso, já que o mais indicado é uma mudança de dieta que resulte em déficit calórico. Isso mesmo, o ideal aqui é diminuir a quantidade de calorias ingeridas (cerca de 500 kcal a 900 kcal por dia). Mas tem um detalhe: Não adianta diminuir drasticamente, pois o organismo tem um limite e passará a perder músculo ao invés de gordura.

Gordura localizada - É a grande vilã e mais difícil de perder. É definida pelo gênero, sendo localizada na parte inferior da barriga e costas, nos homens, e no quadril e nas nádegas, nas mulheres. Para combater esse tipo de gordura é preciso uma combinação de dietas e exercícios variados.

E a sua gordurinha de estimação, onde se encaixa?

Tabela de duração de alimentos

Eu adoro cozinhar. Comecei a me aventurar na cozinha porque minha mãe, em uma tentativa de expandir meu cardápio (composto por salgadinhos, biscoitos, doces, etc), passou a me mostrar o preparo do alimentos, ensinando a escolher, cortar, harmonizar e, naturalmente, provar. Foi ótimo. Acho que deu tão certo que passei a desgostar de danoninhos, bolachinhas e afins, substituindo por legumes, verduras e alimentos integrais. Mas não me entendam mal, meu alimento favorito de todos os tempo é cachorro quente e também tenho um certo fraco por brigadeiros.

Voltando ao ponto central, apesar de gostar de cozinhar e fazer isso frequentemente, não é raro deixar alguma verdura ou legume estragar. Isso porque moramos em dois e o Fá não almoça em casa. Sozinha dá até um desânimo de preparar pratos quente e saladas variadas, e o mercado também não ajuda vendendo maços gigantescos de verduras.

Eis que surge a tabela, ajudando a entender a validade dos alimentos e melhorando a programação de compras e estoques.

(Tenho lido tantos sites que não me recordo a fonte, mas se alguém souber, me avise que coloco aqui)

Coloquei uma na porta da geladeira, e deixei a imagem salva no celular para dar uma espiada enquanto estivermos no mercado fazendo compras.


quarta-feira, 17 de julho de 2013

O primeiro dia de academia!

Ontem a noite, após ouvir a desculpa da preguiça pela primeira vez, puxei o moço pela orelha e fomos para a academia. Depois, enquanto ele ainda estava aí na esteira, fui para uma aula de alongamento e levei a chave de casa.


- Trate de malhar até minha aula acabar. E não se atreva a entrar na sala para buscar a chave!

Contextualizando

Todo mundo tem uma rotina. Quando conheci o Fábio, costumava passar cerca de duas horas na academia, todos os dias. Ele, por sua vez, pulava corda, ia para a faculdade a pé e também malhava (embora eu jamais tenha comprovado este último).

Aí, início de namoro é tudo lindo. É jantar romântico, filme com pipoca doce, café da manhã no parque, restaurantes novos em viagens... e boom. Eu devo ter ganho uns 7 quilos (o Fá responsabiliza minha genética favorecida, eu digo que são minhas restrições e frescuras alimentares), mas  o "boom" maior foi com ele: 60 quilos (!) a mais. 

E tentamos reverter o quadro, mas sempre houve uma infinidade de motivos que adiava a mudança: excesso de sono, cansaço, trabalho, estudos, preguiça.. Não, pera, preguiça? Finalmente chegamos a um ponto em que a desculpa não era nem mais disfarçada (pre-gui-ça?), está mesmo na hora de mudar.

Então, acho que tornar o processo público ajuda a a ter mais incentivos. Isso sem contar no impacto moral de cada decisão.

Amigos, uni-vos! A Saga começa agora!


Janeiro/2009
















Setembro/2012